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sexta-feira, 28 de março de 2014

De volta a casa

É... música que nos toma pra si, e as vezes nem tempo temos mais.
Se passaram muitos meses desde a minha última visita ao blog. Muita coisa aconteceu, e que pra variar estão ligadas à música. No entanto, hoje resolvi ver como o blog estava e aí me dei conta que o abandonei totalmente. E que infelizmente, abandonei a escrita e a leitura de quem gostava tanto...
Ontem, uma das minhas inúmeras noites em que tenho pequenas insônias, fiquei refletindo sobre utilidade. É isso mesmo! Sobre se sentir útil. Refleti, e refleti e me lembrei do blog, mais uma criação doida que eu fiz para me sentir útil. rsrsrs Não fiquem assustados, mas analisando, eu percebi que essa foi sempre a motivação da minha vida. Eu tinha que me descobrir o tempo todo, rs. Nas férias, eu criava projeto, fazia oficinas e era claro, com o intuito de contribuir para a formação de outras pessoas, mas também, para eu me sentir útil. Nas madrugadas e horas de descanso, eu escrevia para o blog, porque geralmente já tinha lido uns dez artigos sobre o assunto, rs. Coisas de jovem com sede por aprender, pelo sonho. Ah... o sonho... esse foi o combustível que me fez ir tão longe na ideia doida de viver de música, e que por consequência gerou mais um monte de sonhos que agora são mais sérios e não envolvem somente a mim. O sonho que me fez compor (essa é uma habilidade musical que ainda não me descobri, rs)! O sonho que me fez e faz lembrar de onde tudo começou: na minha voz! Quantas reflexões né?! Sempre fui uma pessoa cheia de sonhos, mas objetiva, cheia de coragem, mesmo quando era nova. O que me movia quando eu tinha apenas 18 anos, passava por um momento de saúde delicado, e mesmo assim arrumei 47 alunos para iniciar na música, e ensinei dois instrumentos que não eram o meu e mais o coral que não era o que eu estava aprendendo a fazer. Ah, eu me lembrei: li quase todos os livros sobre musicalização infantil da biblioteca da escola de música na época, só para escrever e aplicar o projeto. Eu não tinha preguiça... e sonhava, sonhava, que os olhos brilhavam. E quantas, outras coisas eu tinha coragem para fazer...
Pois bem, leitores... hoje tive uma resposta aqui no blog sobre utilidade. Sei que há muitas pessoas no mundo com muitos sonhos, e com um sonho parecido com o meu: na música. Percebi hoje, ao olhar que meu blog chegou a 2280 visualizações. Estou muito surpresa, e feliz porque é sinal de que alguém ler o que publico. O blog era para mim como uma válvula de escape. O que eu pensava, e nem sempre tinha oportunidades de falar, ou argumentar fazia através da escrita. Ouvia muitas pessoas me dizerem, ah Geisi, você é teórica, gosta de escrever. Pois bem, respondo a todos através desse post. Não sou teórica, sou uma pessoa apaixonada e encantada pela música. O que escrevo aqui, se você pensar direitinho, vai perceber que está na prática, e não são teorias, são opiniões. Aprendi há muitos anos com a minha irmã Gisele (jornalista que me ensinou a escrever), que quem escreve expressando a sua opinião, chega muito mais longe do que quem apenas pensa, mas que não consegue fazer nem um texto. E ler para escrever melhor e com mais convicção é preciso, eu sei. Os meus artigos científicos foram todos realizados no intuito de levar informação para alguém que não tem acesso.
Enfim, sem mais me prolongar... percebo que preciso continuar a escrever, ou melhor continuar a sonhar.
Recebi e-mails de pessoas do interior, via os comentários de pessoas que se sentiam intrigadas com o que eu escrevia. Então, Geisi voltará a falar de música. Mas dessa vez, será para vocês e para mim, para eu me lembrar também do poder da música na minha vida e de tantas outras pessoas.

Abraços clarinetísticos e até semana que vem!

domingo, 7 de julho de 2013

Eu sou Geisi, quem é você? Eu sou PROEMUCI, muito prazer!

O sonho voltou...
Quantos dias eu sonhei com o retorno desse projeto, com os sorrisos das crianças aprendendo sobre música... com a oração delas... com o carinho?!
Sim, o PROEMUCI- Projeto Educação Musical para Cidadania, foi inaugurado ontem no bairro de Engomadeira em Salvador- Bahia. O meu coração continua pensando na minha querida cidade de Bom Jesus da Lapa e com toda certeza, um dia volto a fazer uma obra contínua lá. No entanto, não é só na nossa lapinha que a criminalidade, as drogas predominam! Salvador, também é uma cidade que precisa de projetos que envolvam educação musical e cidadania.
Mas, e que tal unir tudo isso a uma "Francisclarianidade"? rsrsrs Sim, esse é o termo que o grupo de Jovens Filhos de Assis, minha família em Salvador, criou e agora tentamos levar junto com a educação musical e cidadania para as crianças da engomadeira.
E eles nos receberam com uma receptividade incrível com uma sede em aprender. Já foi possível perceber que a musicalidade em Salvador realmente é forte e a nossa diferença vai ser a cidadania e "Francisclarianidade"!
Iniciamos essa obra no mês de maio com a preparação para o projeto e ontem 06/07/13 tivemos a nossa aula inaugural já com a metade das crianças matriculas e com alguns pais.
Agora a saudade fica, e precisamos muito de todas as pessoas que queiram contribuir para uma obra dessas.
O grupo de Jovens Filhos de Assis, da Igreja Nossa Senhora da Piedade, coordenará esse projeto com  todo empenho e muita coragem, porque todos somos jovens estudantes, a maioria do interior e não temos recursos.
Quem quiser nos ajudar, é muito bem-vindo e em breve lançaremos uma campanha para organizar a sua contribuição para o PROEMUCI.

"Onde há música, não pode haver maldade" (Miguel de Cervantes)


domingo, 21 de abril de 2013

UFOB- Universidade Federal do Oeste ( Meu manifesto)


“A arte diz o indizível; exprime o inexprimível, traduz o intraduzível.”

A arte é algo totalmente necessário na vida do ser humano e talvez seja a chave para sensibilizar esse mundo, que anda tão cruel. São casos de terrorismo realizados por jovens e muita perversidade. Mas será que isso tudo  não poderia ser evitado?
As artes nos ajudam na expressão dos nossos sentimentos, sejam de angústia, tristeza ou alegria, enfim, são elas nossas auxiliadoras da comunicação. As nossas crianças precisam disso, dessa liberdade para se expressarem, mas, precisam ser estimuladas através da sensibilidade.
Eu sou Geisiane Rocha da Silva, de Bom Jesus da Lapa e tenho parentes e amigos em Santa Maria da Vitória, e estou cursando o meu quinto e último ano na Universidade Federal da Bahia, no curso de Bacharelado em Instrumento (clarineta). Faço parte da Orquestra Juvenil da Bahia (NEOJIBÁ) e sou bolsista de iniciação científica Cnpq/UFBA em um grupo de pesquisa que envolve Psicologia, performance e educação Musical. Nessas atividades, e outras atividades que desenvolvi como professora de música e clarinetista com crianças e jovens, percebo a necessidade da arte na vida dessas pessoas. Tive uma experiência muito especial no meu primeiro ano da faculdade, que foi na minha cidade, Bom Jesus da Lapa. Crie um projeto de Musicalização Infantil para crianças de 6 a 12 anos de bairros carentes da cidade. O projeto foi muito incentivador para mim e percebi o quanto a nossa região é carente de projetos como esse. Não temos uma universidade ligada a artes na nossa região e por isso, infelizmente, como eu moro em Salvador não consegui continuar o projeto, e pela falta de uma instituição ligada a área de artes e ciências humanas não consegui continuar. Eram 47 crianças, e muitas e muitas outras que não puderam participar. E onde estão os projetos e os profissionais para trabalharem com essas crianças? Não podemos continuar assim! A arte pode mudar essa nossa realidade de drogas e criminalidade! Essas crianças que conheci no projeto, no primeiro dia de aula cantavam a música do crack e falavam palavrões.  Em 27 dias, saíram cantando “Onde reina o amor” e falando da importância do amor ao próximo e o persistir nos seus sonhos.

É preciso oportunidades para a nossa região crescer! Nossos jovens saem para estudar fora e os que não têm oportunidade ficam a margem nas nossas cidades e o pior, muito sujeitos às drogas!
Será que nossa região não  precisa de sensibilidade e um resgate da esperança também? Será que todo o talento artístico da região, toda a beleza de nossas cidades, nossas filarmônicas centenárias, também não devem ser lembradas? Temos muito material para pesquisa e para grandes projetos sociais e o maior papel de uma universidade deve ser a integração com o povo!
Por esses e outros diversos motivos, eu apoio com todas as minhas forças uma Universidade direcionada para o povo, com cursos que vão contribuir muito para esse mundo que anda tão perdido nas drogas! Que venham artes e humanidades para iluminar o coração das pessoas!


Desejo de todo coração, voltar para a minha região um dia e poder estar nessa luta, por um mundo melhor através da arte!!! Com uma universidade, com cursos de artes e humanidades, será muito mais fácil criar orquestras, corais, grupos de teatro, dança e com apoio dos governos estadual e federal!

Abraços Musicais a todos!



Geisiane Rocha da Silva
Bacharelanda em Instrumento (clarineta) UFBA

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

"FALANDO DE MÚSICA" de cara NOVA

Passados mais de dois meses sem postar eu retorno ao blog, ainda com minhas motivações sendo reconstruídas. Só hoje me dei conta que a última postagem foi sobre greve, exatamente quando a faculdade que estudo parou de vez com a greve e... cansei de esperar pela volta das aulas e retornei ao blog primeiro.
É verdade que minha motivação depois desta longa greve, não é a mesma, mas, a vida continua e o blog tem que continuar. Eu não tenho dado a atenção merecida às pessoas fiéis aos meus textos, e agora me comprometo a tentar ser mais assídua às minhas postagens.
O meu blog "Falando de música" é na verdade, um espaço para eu expor as minhas opiniões sobre música, arte, ou assuntos relacionados, mas também, é um espaço para as pessoas que lerem comentarem.  A proposta é principalmente levar informações para aprendizes de música dos nossos interiores abandonados por aí a fora, mas ao mesmo tempo , o público-alvo também são aquelas pessoas que gostam muito de música, mas não valorizam o trabalho de quem o fazem.

A partir de hoje o "FALANDO DE MÚSICA" começará uma nova fase, com postagens semanais. Terei agora como um novo objetivo, a utilização do blog como forma de "educação à distância" para aprendizes de música com dificuldade de acesso a um bom professor.

É preciso olhar pela educação deste país, que nela está a base de tudo, inclusive a valorização da PROFISSÃO DO MÚSICO!!!

Lanço agora a campanha sobre o assunto que vocês gostariam de ver no blog.
É o "FALANDO DE MÚSICA" de CARA NOVA!!!


Beijos a todos!

domingo, 3 de junho de 2012

Não quero mais ser cidadã?


2012, eis o ano em que a palavra greve domina totalmente. Mas o que é greve? Ao meu ver, é um direito do trabalhador. Estamos em Junho, e já perdemos a conta de quantas greves aconteceram, de quantos escândalos políticos apareceram, e a única coisa que passa pela a minha cabeça é: que país é este? Que cidadão estou me tornando?
Nós não podemos mais sair de casa preocupados, pois pensamos nos roubos ou algo mais que pode acontecer.
Esse ano, ainda enfrentamos greve da polícia pra complicar ainda mais a situação. Agora são greves a todo tempo: greve dos professores da rede estatual, dos professores da rede particular, dos professores das universidades federais. O que mais vai entrar em greve? Se eu entrar em greve ninguém nem vai notar, mas porque falam tanto que nós jovens somos o futuro? Pois eu me recuso a ser. Aos meus 20 anos de idade, me sinto desmotivada a lutar pelo meu país, olha que engraçado. Tanta hipocrisia. Os governantes fingem que fazem por nós e nós fingimos que está tudo bem, até que chega um momento crítico e todas as greves explodem de uma vez, e advinha quem é o maior prejudicado? O cidadão! Aquele que segundo o art. 205 do Capítulo III da Constituição, é formado cidadão na escola. Que escola, se está em greve??? Como chegar lá, se o transporte público parou? Ah, agora tá funcionando, mas agora é R$2,80, a meia R$1,40, só que nem todos têm esse dinheiro, muitos não têm nem o dinheiro pra comer, portanto tá difícil chegar na escola. E sonho desse futuro cidadão de ser um profissional através das universidades tá difícil. Quem não tem dinheiro, tem que cursar o ensino público e sem qualidade os resultados são poucos, mas pra que universidade se a gente sonha tanto em entrar numa federal ou estadual e elas vivem em greve.
A realidade brasileira é triste! “Rico ficando cada vez mais ricos e pobres, ficando cada vez mais pobres.” Numa época em que um quilo de feijão custa mais de R$ 6,00, e o transporte público ainda fica mais caro, fica difícil né?! Ou a gente come, ou estuda, e as vezes  muita gente ñ pode fazer nenhum. Como vou querer salvar todos, ser o futuro desse jeito. Vivemos a política do pão e circo, onde quem dá aquilo que se é de direito leva o voto, ainda, e nós dizemos que evoluímos. Não, nós não evoluímos. Me vejo presa ao medo da violência, e indignada com o que acontece, mas sem fazer nada. Só falo, falo e falo e não faço nada, assim como praticamente todo mundo. Agora não posso estudar. Sofri a vida toda, aos troncos e barrancos estudando em escola pública, com aulas vagas e greves. Quantas vezes eu fui triste pra casa, imaginando o vestibular que provavelmente eu não passaria... muitas vezes mesmo.
Mas, eu lutei, varei madrugadas, economizei cada centavo, fiz a minha família dividir “o pão” com a minha educação e eu consegui entrar em universidade federal, mas pra que? Estudo numa estrutura física VERGONHOSA, isso é decepcionante pra quem sonhou a vida toda com essa faculdade. E agora me vejo em meio a uma greve, eu sei, é um direito dos trabalhadores, de toda uma classe. Mas será que resolve? Quem será que mais sai ganhando com essa situação, porque eu tenho certeza que não sou eu?! E a vida do “cidadão brasileiro” é assim, quando eu me formar, serei mais uma profissional a fazer greves e mais greves e nada será resolvido, e até lá com certeza o salários dos deputados estará ainda maior e pobre, provavelmente mais pobre, porque pra esses ninguém olha.
Nem vou revisar esse texto, para mostrar que eu, você e todos têm o direito a educação. Se tem algo errado, provavelmente é porque no dia da aula de português teve greve!
Escreve esse texto no meu blog sobre música, porque sem educação não há música, aliás a música faz parte da educação!
Pessoal, o direito à comida, educação, segurança, transporte público é o mínimo, temos que lutar por isso!
Até a próxima, se o dinheiro der pra pagar a passagem e não tiver greve, amanhã vou pra faculdade!

quarta-feira, 2 de maio de 2012

A lei do esforçado: descobri o que te ajuda a melhorar

Durante muito tempo me perguntava qual era a diferença entre um músico e outro. Sempre tem aquele talentosíssimo que ficamos admirados com a sua facilidade em compreender e se desenvolver na música. Isso já chegou até a me desmotivar. No entanto, hoje já tenho mais vivência do que há três anos atrás, quando entrei no curso. Hoje posso afirmar, que o esforçado também vence. Conheci muita gente, que se esforça muito  e muito mesmo e vejo também os resultados dos meus esforços em mim mesma.
Ser músico, é como ser um atleta, tem repetir da maneira certa várias e várias vezes até se cansar, respeitando sempre o seu limite de concentração e limite físico também. Não adianta também estudar oito horas por dia, sem consciência nenhuma do que você fez de certo ou errado e  do que você tem dificuldade.
Outra coisa que me perguntava é justamente isso: qual seria a diferença na pessoa que estuda incansavelmente durante 8 horas e o que estuda 4 horas e tem os mesmos ou até melhores resultados?
A resposta pra isso também, só foi recentemente que conseguir entender. Uma coisa que sempre o meu professor de clarineta Pedro Robatto diz: "É necessário otimizar o tempo", eu compreendia isso desde o meu primeiro ano de curso, mas só agora entendo de verdade. "Otimizar o tempo" é se programar, é saber exatamente o que você precisa estudar e como estudar. As vezes, você só tem uma hora e tem que saber utilizá-la bem. Aprendi isso bem, e hoje vejo os resultados. Eu sou a esforçada sem experiência, que ama música e a minha clarineta. Tenho objetivos, e por isso tenho me "otimizado" pra alcançá-los.
Estou procurando as respostas tanto na minha prática quanto na minha vida em geral. Gosto muito de ler e escrever, de ensinar, e por incrível que pareça isso tem me ajudado muito na prática como clarinetista. O fato de ter pesquisado sobre a ansiedade de performance, me fez mais segura. Eu leio muito e trabalho com pesquisas relacionadas a minha prática. Junto as duas coisas que gosto: música e leitura, e o resultado é minha segurança com o que eu faço.
Pouca gente pensa assim, mas é normal. Ter uma pessoa para nos alertar sobre o que o certo e o caminho a seguir, não uma oportunidade que todos têm. Essa concepção que já adquiri com certeza é graças a todas as informações que eu praticamente "suguei" de todos os mestres na música que tive até hoje. Conhecimento é assim, tem que ser sugado sem dó e nem piedade. O meu lema com os meus alunos é exatamente esse, eles têm que aproveitar para aprender tudo o que passo e até o que eu não passo.
Músico bom, têm muitos, mas um músico cidadão completo são mínimos. É busco ser isso uma clarinetista cidadã, o que quer dizer que não serei somente uma clarinetista pra solar quando precisar, mas sim pra solar em todos os aspectos até quando acharem que não é necessário.
Enfim, você que se pergunta porque estuda tanto e no seu ponto de vista ainda não é tão bom, reveja a maneira de estudar e a sua concepção. Te recomendo a leitura que só faz bem para qualquer coisa na vida, e no Brasil gostar de ler é um diferencial, o que um absurdo um país tão cultural que ler tão pouco e por isso se escreve mal. Trabalhos com cultura não é? Com música não é? O primeiro passo é você saber o que está fazendo. Música não é só o som, pois envolve muita coisa e a leitura está dentro disso. Você só descobre essas coisas lendo.
Bom, resolvi escrever sobre esse assunto, depois que o meu professor me perguntou o que fiz pra melhorar como clarinetista. A resposta é tudo isso que escrevi aí acima que significa concepção adquirida.

Um abraço a todos e divulguem o blog. Postarei mais coisas, para que através desse meio possa levar uma contribuição para jovens músicos que não têm acesso a essas informações que posto aqui.

A ansiedade na performance clarinetista

Pra quem ainda não conhece o meu artigo sobre "A ansiedade na performance do clarinetista", pode baixar os anais do XI SEMPEM UFG, o primeiro artigo é o meu.

http://www.emac.ufg.br/uploads/270/original_XI_SEMPEM%20-%20IX%20EINCO.pdf?1329047902